Press "Enter" to skip to content

SOBRE

LEIA A SEGUIR COMO O CLUBE DO PROJETISTA PODE AJUDAR VOCÊ A MELHORAR SUA CARREIRA E SEUS CONHECIMENTOS

O Brasil é uma cultura muito criativa e mesmo assim não consegue grande destaque frente a países como Alemanha, EUA, França e tantos outros.

Anualmente, segundo o Conselho Federal de Engenharia e Arquitetura (Confea) e o Conselho Nacional da Indústria (CNI):

  • Mais de 40 mil novos engenheiros se formam nas universidades brasileiras e mesmo assim estudos feitos apontam que há um déficit de mais de 20 mil engenheiros em todo o país.
  • Apenas 42% desses 40 mil engenheiros formados, trabalharão na área de atuação.
  • O baixo salário é o principal fator que contribui para a migração dos profissionais para outras áreas.

E o mais impressionante…

  • Sobram vagas com média salarial acima dos R$8.000,00 e podendo chegar aos R$25.000,00, pois não há profissionais capacitados para preencher essas vagas.

Mesmo os países emergentes e de menor economia conseguem conquistar prestígio nas áreas de tecnologia.

Aqui no Brasil há, sim, empresas incríveis que podem mudar esses dados, mas cabe a você estar preparado para atuar nessas empresas.

O seu diploma não é nada sem conhecimento prático.

Por isso estamos aqui para ajudar você a entender quais são os ingredientes necessários para obter sucesso no mundo do Gerenciamento e  Desenvolvimento de Projetos.

Eu não vou te mostrar apenas O QUE você precisa fazer para ter sucesso no seu Projeto ou Carreira… Também vou te explicar exatamente COMO você tem que aplicar cada passo.

Não há segredo algum, apenas anos de muito estudo e prática.

Se você também quer obter sucesso na sua carreira de projetista deixe seu e-mail abaixo e receba conteúdo exclusivo.

 

UM POUCO DA MINHA HISTÓRIA

Nascido em família de comerciantes em meio da vontade de me transformarem em médico (minha mãe) e jogador de futebol (meu pai).

Sendo o último a ser escolhido no campinho de futebol e passando mal com qualquer corte no joelho acabei frustrando os planos de ambos.

E para piorar, eu desmontava todos meus brinquedos e tudo mais que encontrasse só pra saber como funcionava. Imagina a alegria de meus pais! 🙂

Sem saber que eram os primeiros indícios de minha verdadeira vocação, eles entravam em desespero

  • “Lá se vai mais um carrinho de controle remoto, um boneco que se mexe (queria muito saber como ele abria e fechava os braços), um avião que fingia decolar com um dispositivo a corda, etc”

Foi então que no ensino fundamental meu grande professor Vílson Soares incluiu alguns degraus na minha vida profissional mostrando a beleza da matemática.

Agora, você pode se perguntar “Mas eu também preciso amar matemática pra ser um engenheiro, projetista ou gestor de projetos?”

Definitivamente Não! Relaxa, hoje em dia temos o Excel e um monte de apps que faz as contas para você 🙂

Brincadeiras a parte, no minimo tem que ter uma amizade com ela. afinal Engenharia e Matemática são faces da mesma moeda.

Aos 14 anos cheguei a minha primeira final de olimpíadas de matemática (no mesmo ano que por muito pouco não reprovei em português, história e geografia).

Realmente exatas sempre foi o meu forte e humanas meu tendão de Aquiles.

Seguindo meus instintos matemáticos e influenciado pelo Beakman (do fantástico O Mundo de Beakman)  me formei em eletrotécnica, automação e programação de computadores, todos cursos em sequência sem descanso.

Sim, tudo certo na minha vida, tudo caminhando e as coisas acontecendo, até que…

Iniciei Engenharia Mecatrônica! Foi a decepção número 1 :(, não aprendia o que eu esperava, a desmotivação veio logo no primeiro ano mas perdurou até o meio do segundo ano. Até que chutei o balde e desisti do curso.

A decepção me levou estudar na capital, outro curso técnico, Projetos Mecânicos. Novamente vi a beleza do que é desenvolver suas ideias, traduzir sua criatividade. Minha motivação estava transbordando. Ao fim do curso em projetos estava pronto para retornar à faculdade.

Agora em uma melhor, mais reconhecida e respeitada e escolhi o curso Engenharia de Automação!

Foi a decepção número 2. Me dei conta de que o problema não era a instituição e sim eu que não me adaptava aquilo.

Eu estava perdendo esta guerra…

Então deixei os planos da faculdade de lado por um período e  continuava estudando o que me dava prazer, ou seja, tudo relacionado a tecnologia.

E foi neste mesmo período que me dei conta de que mesmo não terminando minha engenharia eu conseguia conquistar novos cargos, novos desafios e mais experiência.

Só precisava fazer o que gostava.

Hoje, com mais de 13 anos em desenvolvimento de projetos, já atuei desde pequenas empresas familiares a multinacionais líderes mundiais em seus segmentos. Participei de projetos incríveis.

Entendi que a minha falta de interesse pela engenharia é na verdade a falta de ensinamentos práticos e objetivos nas universidades.

Nos últimos anos dediquei-me à gestão de equipes de projetos. Neste período tive pessoas incríveis nos times que atuei, aprendi com eles que o conhecimento que não é transmitido é um conhecimento perdido.

Foi gerindo equipes que me dei conta da dificuldade encontrada pelos projetistas e engenheiros após se formarem. Falta de conhecimento prático, o mesmo motivo da minha aversão a engenharia.

E a faculdade? Vai bem obrigado 🙂 Um dia termino ela para fazer meus pais felizes

E foi com esse intuito que em março de 2015 criei o Clube do Projetista, um espaço destinado a completar o buraco deixado entre a teoria da faculdade de engenharia e a prática esperada pelas empresas.

E você também gostaria de fazer parte desta idéia? Então se inscreva e fique por dentro recebendo sempre em primeira mão todo conteúdo, além de receber conteúdo exclusivos para membros.

 

Forte abraço e sucesso a todos nessa jornada de conhecimento e crescimento

Fabrício Leinat

Compartilhe: